STJ manda Google pagar R$ 50 mil a mulher que teve vídeo íntimo divulgado na internet

27 de novembro de 2013

Justiça



STJ manda Google pagar R$ 50 mil a mulher que teve vídeo íntimo divulgado na internet
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-27/stj-manda-google-pagar-r-50-mil-mulher-que-teve-video-intimo-divulgado-na-internet
Nov 27th 2013, 20:44

Da Agência Brasil
Brasília - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a Google, empresa multinacional de serviços de busca online, deve pagar indenização de R$ 50 mil para uma mulher que teve um vídeo íntimo divulgado na internet. Os ministros da Terceira Turma do STJ entenderam que a empresa não cumpriu acordo para suprimir os dados, mesmo não sendo obrigada a retirar o vídeo.
O tribunal julgou o processo de uma mulher que foi demitida de uma emissora de televisão após o vídeo no qual ela aparecia em cenas íntimas gravadas dentro da empresa ter sido divulgado no correio eletrônico da empresa. O vídeo também foi exibido em uma rede social, e a ex-funcionária entrou na Justiça para que a Google fosse obrigada a retirá-lo da internet. Após audiência de conciliação, a empresa comprometeu-se a deletar as informações, mas não cumpriu o acordo.
Por unanimidade, os ministros seguiram voto da relatora do processo, ministra Nancy Andrighi. Ela decidiu manter o pagamento da indenização de R$ 50 mil, valor definido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Para a ministra, os provedores de internet não podem ser obrigados a retirar resultados de busca de informações específicas, mas criticou a Google por não ter cumprido o acordo.
"A obrigação, da forma como posta nos acordos judiciais, não é tecnicamente impossível, inexistindo argumento plausível para explicar como o seu sistema não conseguiria responder a um comando objetivo, de eliminar dos resultados de busca determinadas palavras ou expressões", disse a ministra.


Edição: Aécio Amado
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STF começa a debater perdas de rendimento com planos econômicos

Justiça



STF começa a debater perdas de rendimento com planos econômicos
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-27/stf-comeca-debater-perdas-de-rendimento-com-planos-economicos
Nov 27th 2013, 19:35


André Richter e Heloisa Cristaldo

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – O Supremo Tribunal Federal (STF) começou hoje (27) o julgamento das ações sobre perdas no rendimento de cadernetas de poupança por causa de planos econômicos. Durante a sessão, advogados das instituições financeiras e representantes de poupadores que entraram com ações na Justiça puderam expor aos ministros argumentos a favor e contra o pagamento das diferenças. A sessão será retomada amanhã (28).
No início da sessão, o plenário decidiu que o voto dos ministros no julgamento das ações será proferido somente em fevereiro do ano que vem. A Corte iniciou o julgamento apenas para que as partes envolvidas e os advogados façam a sustentação oral. O adiamento da conclusão do julgamento partiu de um pedido do ministro Marco Aurélio, que considerou inadequado iniciar a análise do processo a poucas sessões do começo do recesso no Judiciário.
O advogado da Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif), Arnold Wald, disse que os bancos não podem ser responsabilizados pelas perdas causadas pela modificação das moedas. Segundo ele, os poupadores não devem ser indenizados, pois participam dos resultados positivos e negativos da economia. "O único meio de combate à inflação é o choque monetário, o estancamento de uma hemorragia sofrida pela moeda antiga. Isso foi feito em uma época em que havia necessidade de reação imediata, em que cabia ao Estado salvar sua moeda, ressaltou.
A advogada e vice-presidenta executiva do Itaú Unibanco, Cláudia Politanski, defendeu o acolhimento dos recursos que discutem o direito a diferenças de correção monetária de depósitos em caderneta de poupança em razão de alegados expurgos inflacionários decorrentes dos planos monetários que se sucederam desde 1986: Cruzado; Bresser e Verão, Collor 1 e Collor 2.
Segundo a executiva, a combinação de itens de correção monetária desequilibra o contrato de poupança. Para Cláudia Politanski, a solução para o impasse, a apuração das diferenças, já vem sendo debatida pelo STF e pode gerar um impacto de enriquecimento sem causa - o que, segundo o Código Civil, pode obrigar ao cidadão a restituição dos valores recebidos indevidamente. "Um poupador que não tenha sacado no mês do plano [monetário] e mantido na poupança terá recebido os valores corrigidos", avaliou.
O advogado Luiz Fernando Casagrande, defensor dos poupadores, que apresentou manifestação, a questão do impacto econômico com possibilidade de bancos brasileiros quebrarem com o recálculo de valores é falsa. "Infelizmente tenho que ser duro para dizer que é falso esse discurso. Os bancos ganharam e muito", disse Casagrande. "Nenhum plano [econômico] teve dispositivo que dissesse para atuar retroativamente, todos os problemas foram a forma particular em que os bancos resolveram aplicar os planos econômicos", completou.
Segundo o defensor, o cálculo dos bancos gerou, ao todo, R$ 442 bilhões de lucro em função da faixa livre, diferença entre os planos monetários que permitia às instituições financeiras a aplicação do dinheiro em outros fundos. "Nem todo dinheiro da poupança ia para o Sistema Financeiro de Habitação, o que redundou em um lucro aos bancos de R$ 200 bilhões apenas no Plano Verão", sustentou o advogado. "Ninguém dá nada a ninguém a tirar de outros. Os bancos tiraram [os lucros dos rendimentos] sim, dos poupadores, para dar a eles mesmos", concluiu.


Edição: Aécio Amado
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Genoino desiste de pedido de transferência para São Paulo

Justiça



Genoino desiste de pedido de transferência para São Paulo
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Nov 27th 2013, 18:55


André Richter

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O ex-presidente do PT e deputado federal José Genoino (SP) desistiu do pedido feito ao Supremo Tribunal Federal (STF) a fim de ser transferido para São Paulo. Na petição enviada hoje (27) ao Supremo, a defesa diz que Genoino "aceita cumprir a pena no Distrito Federal", se o presidente do STF, Joaquim Barbosa, determinar que ele volte para Penitenciaria da Papuda. O deputado está cumprindo prisão domiciliar temporária desde quinta-feira (21).
Condenado a cumprir pena de quatro anos e oito meses de prisão na Ação Penal 470, o processo do mensalão, o parlamentar apresentou-se à Polícia Federal, na capital paulista, na sexta-feira (15), mas foi transferido para Brasília com os outros réus que tiveram as prisões decretadas por Joaquim Barbosa.
Uma junta médica do Hospital Universitário de Brasília, formada para avaliar o estado de saúde do deputado José Genoino (PT-SP), concluiu ontem (26) que ele é portador de cardiopatia "que não se caracteriza como grave". O laudo foi entregue a Barbosa. Com base no documento, o presidente do STF vai decidir se Genoino vai permanecer em prisão domiciliar temporária ou voltará para o Presídio da Papuda.
De acordo com advogados do parlamentar, se a prisão domiciliar for mantida por Barbosa, Genoino prefere cumprir a pena em São Paulo, onde mora. Se a decisão determinar que ele deve voltar para Penitenciária da Papuda, ele quer cumprir a pena no Distrito Federal e não pedirá transferência.
"Na inimaginável hipótese de que venha a ser o requerente recambiado ao regime semiaberto, requer-se a desistência dos pedidos formulados para fosse transferido para instituição penitenciária adequada no estado de São Paulo, tendo em vista que aceita cumprir e pena privativa de liberdade no Distrito Federal", diz a defesa do deputado.

Edição: Aécio Amado
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Junta médica da Câmara determina nova perícia em Genoino em 90 dias

Justiça



Junta médica da Câmara determina nova perícia em Genoino em 90 dias
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Nov 27th 2013, 18:13

Luciano Nascimento

Repórter da Agência Brasil


Brasília – A junta médica da Câmara que examinou o deputado licenciado José Genoino (PT-SP) determinou que ele seja submetido a nova perícia em 90 dias. "A junta concluiu que o periciado não é portador de cardiopatia grave do ponto de vista médico pericial", informa a nota divulgada na tarde de hoje (27) pelos profissionais.
Para elaborar os laudos, os médicos se basearam nos exames feitos por Genoino no Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (IC-DF) e em testes físicos aplicados pela junta.
O laudo, assinado por quatro médicos da Câmara dos Deputados, diz que, após a cirurgia de correção da dissecção da aorta, em julho, o quadro clínico de Genoino melhorou, do ponto de vista cardiovascular. Mas, com a prisão dele, no último dia 15, houve piora na pressão arterial e na coagulação sanguínea, o que, conforme os médicos, pode evoluir para um quadro de cardiopatia grave.
"Trata-se de um indivíduo sob risco de desenvolver futuros eventos cardiovasculares e progressão da doença. Nessas circunstâncias, a atividade laboral poderia acarretar riscos tanto de descontrole da pressão arterial que, em associação com a anticoagulação sanguínea inadequada, aumentaria o risco de eventos cardíacos", diz a avaliação.
O laudo faz parte do processo de aposentadoria por invalidez aberto por Genoino na Câmara. Os médicos determinaram que, após 90 dias seja feita nova perícia para avaliar a capacidade laboral do deputado. Segundo o cardiologista Luciano Cavalcanti, integrante da junta, esse período vai servir para avaliar se, com o tratamento, haverá progressão da doença.
"No momento, não existe cardiopatia grave. O que se pode dizer é que, no momento, ele não tem condição de voltar ao trabalho", disse Cavalcanti. De acordo com o médico, houve piora em relação à primeiro avaliação. "O que houve de diferente de setembro para cá foi, obviamente, a situação de stress a que ele foi submetido. E esse stress aumenta nitidamente os parâmetros da pressão arterial."
Apesar do uso de medicamentos, a pressão arterial ainda não está bem controlada, por isso, é necessário um período maior, de 90 dias, para que o remédio seja adequado, ajustado, para ver se a situação volta ao controle, completou o diretor do Departamento Médico da Câmara, Jezreel Adelino da Silva.
Ele esclareceu ainda que os médicos têm prazo de até dois anos para avaliar o paciente e determinar se ele tem condições de voltar ao trabalho. "Para que não aconteça algo que é pior, que é rotular uma pessoa como inválida, com uma incapacidade definitiva, e ela nunca mais poder voltar a trabalhar."
Genoino está preso desde o dia 15 deste mês, quando começou a cumprir a condenação que sofreu na Ação Penal 470, o processo do mensalão. Depois de preso, o ex-presidente do PT passou mal e foi internado no Instituto de Cardiologia do Distrito Federal com suspeita de infarto. O parlamentar cumpre agora prisão domiciliar.
Edição: Nádia Franco
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PGR é a favor da transferência de dois condenados no mensalão para Minas Gerais

Justiça



PGR é a favor da transferência de dois condenados no mensalão para Minas Gerais
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Nov 27th 2013, 18:06


André Richter

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou hoje (27) parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) a favor da transferência para Belo Horizonte (MG) de Simone Vasconcelos e Katia Rabello, condenadas na Ação Penal 470, o processo do mensalão.

O pedido foi feito na semana passada ao presidente do STF, Joaquim Barbosa. Elas apresentaram-se à Polícia Federal na sexta-feira (15) e foram transferidas para a Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal.
Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Marcos Valério, condenada a dez anos e dez meses de prisão, e Katia Rabello, ex-presidenta do Banco Rural, foi apenada com 14 anos e cinco meses. Por determinação do juiz da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, Ademar Silva de Vasconcelos, elas estão presas no 19º Batalhão da Polícia Militar, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda.
Segundo Janot, o pedido de um preso para cumprir a ressocialização próximo aos parentes não é um direito adquirido. Segundo ele, a questão deve ser avaliada em cada caso, pois a garantia da segurança pública também deve ser levada em conta. "Não obstante, atenta ao princípio da ressocialização, na execução da pena e ao direito à assistência da família, a jurisprudência desta Corte acertadamente assentou correto entendimento de que, ausente motivado interesse da administração em contrário, há de ser conferido ao preso a execução de pena em local que lhe possibilite o convívio familiar", argumentou Janot.

Edição: Aécio Amado
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Procurador da República é contra pedido de ex-tesoureiro do PL para trabalhar

Justiça



Procurador da República é contra pedido de ex-tesoureiro do PL para trabalhar
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Nov 27th 2013, 16:30

André Richter

Repórter da Agência Brasil


Brasília – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou hoje (27) parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o pedido do ex-tesoureiro do PL (atual PR) Jacinto Lamas para trabalhar e estudar fora da Penitenciária da Papuda, onde está preso. Segundo Janot, o horário do curso universitário que Lamas pretende fazer não é compatível com o período em que presos em regime semiaberto podem deixar o presídio.
Além disso, o procurador afirma que as propostas de emprego não detalham as funções que o condenado poderia exercer.
O pedido da defesa de Lamas, condenado a cinco de prisão por lavagem de dinheiro na Ação Penal 470, o processo do mensalão, foi feito na semana passada ao Supremo. No documento encaminhado ao STF, a defesa informou que Lamas quer estudar fisioterapia.
Por ter sido condenado a cumprir pena abaixo de oito anos, o ex-tesoureiro tem direito a trabalhar. De acordo com a Lei de Execução Penal, condenados em regime semiaberto podem trabalhar dentro do presídio, em oficinas de marcenaria e serigrafia, por exemplo, ou externamente, em uma empresa que contrate detentos.
Para o procurador, Lamas não informou que estaria cursando faculdade antes de ser preso, e os documentos apresentados "não indicam detalhadamente as atribuições do apenado". "O requerente não demonstra que há outra possibilidade de realizar os estudos em período diverso do noturno. Ao executado não é dado o direito de impor como irá cumprir as penas impostas", disse Janot.
Edição: Nádia Franco
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Supremo adia conclusão do julgamento sobre perdas com planos econômicos

Justiça



Supremo adia conclusão do julgamento sobre perdas com planos econômicos
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Nov 27th 2013, 15:42

André Richter

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (27) que o voto dos ministros no julgamento das ações sobre perdas no rendimento de cadernetas de poupança por causa de planos econômicos será proferido somente em fevereiro do ano que vem. Os ministros decidiram, porém, iniciar o julgamento, para que as partes envolvidas e os advogados façam a sustentação oral.
O adiamento da conclusão do julgamento partiu de um pedido do ministro Marco Aurélio, que considerou inadequado iniciar a análise do processo a poucas sessões do começo do recesso no Judiciário. A proposta foi aceita pela maioria do plenário. "O que proponho é que não julguemos esses processos que estão pautados no dia de hoje. E que deixemos já agendado para o início do ano judiciário de 2014, com sessões contínuas, o julgamento desse cinco processos", afirmou Marco Aurélio.
O julgamento vai definir se os bancos têm de pagar a diferença das perdas no rendimento de cadernetas de poupança causadas pelos planos econômicos Cruzado (1986), Bresser (1998), Verão (1989), Collor 1 (1990) e Collor 2 (1991). Ao todo, 390 mil processos estão parados em várias instâncias do Judiciário aguardando a decisão do Supremo.
A principal ação em julgamento é a da Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif), que pede confirmação da constitucionalidade dos planos econômicos. Os ministros do Supremo também vão analisar conjuntamente ações dos bancos do Brasil, Itaú e Santander.
Na mesma ação, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) pede que os bancos paguem aos poupadores os prejuízos financeiros causados pelos índices de correção dos planos inflacionários.
Segundo o procurador do Banco Central, Isaac Sidney Menezes Ferreira, o sistema bancário pode ter prejuízo estimado em R$ 149 bilhões se o Supremo decidir que os bancos devem pagar a diferença. De acordo com o procurador, o governo federal prevê retração de crédito nos bancos públicos e privados, com a redução de crédito no sistema financeiro.
O Idec discorda da estimativa de perdas feitas pelo Banco Central. Para o instituto, o montante a ser pago pelos bancos aos poupadores é R$ 8,465 bilhões.
Edição: Nádia Franco
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Seminário Judiciário discute 10 anos de reformas, inovação, avanços e perspectivas

Justiça



Seminário Judiciário discute 10 anos de reformas, inovação, avanços e perspectivas
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Nov 27th 2013, 13:35

Brasília - Abertura do Seminário "Judiciário – 10 anos de Reformas e Inovação – Avanços e Perspectivas". Ministro Gilmar Mendes.



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STF começa a decidir se bancos devem pagar perdas com planos econômicos

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STF começa a decidir se bancos devem pagar perdas com planos econômicos
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Nov 27th 2013, 06:25

André Richter

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a decidir hoje (27) se os bancos devem pagar a diferença das perdas no rendimento de cadernetas de poupança causadas pelos planos econômicos Cruzado (1986), Bresser (1998), Verão (1989), Collor 1 (1990) e Collor 2 (1991). O plenário da Corte vai julgar cinco ações que tratam do assunto.
O julgamento não deve ser concluído hoje devido ao grande número de sustentações orais de entidades que vão se manifestar no processo. Os ministros Luis Roberto Barroso e Luiz Fux declararam-se impedidos e não vão participar do julgamento. Ao todo, 390 mil processos estão parados em várias instâncias do Judiciário aguardando a decisão do Supremo.
A principal ação a ser julgada é da Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif), que pretende confirmar a constitucionalidade dos planos econômicos. Os ministros também vão analisar conjuntamente ações do Banco do Brasil, Itaú e Santander.
Na mesma ação, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) pede que os bancos paguem aos poupadores os prejuízos financeiros causados pelos índices de correção dos planos inflacionários.
Nesta semana, antes do julgamento, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, reuniram-se com ministros do STF para defender a manutenção da validade dos planos.



De acordo com o procurador do Banco Central, Isaac Sidney Menezes Ferreira, o sistema bancário deve ter prejuízo de aproximadamente R$ 149 bilhões se o Supremo decidir que os bancos devem pagar a diferença. Segundo ele, o governo federal prevê a retração de crédito nos bancos públicos e privados, com a redução de crédito no sistema financeiro.
O Idec discorda da estimativa de perdas feitas pelo Banco Central. De acordo com o instituto, o montante a ser pago pelos bancos aos poupadores é R$ 8,465 bilhões. Para o Idec, o cálculo do governo está superestimado porque não levou em consideração uma série de fatores. O primeiro deles foi incluir na conta o Plano Collor 1, que corresponde a 54% do valor apresentado pela autoridade monetária. O plano, no entanto, não poderia ser levado em conta, pois há jurisprudência do próprio Supremo desfavorável aos poupadores. Com isso, a conta seria reduzida em quase R$ 68 bilhões, informa Flávio Siqueira Júnior, advogado do instituto.
Outro fator que não foi levado em conta pelo Banco Central, ao apresentar o cálculo, diz respeito aos poupadores que já tiveram demanda na Justiça e obtiveram ganho de causa. Esse valor, no caso, reduz em mais R$ 5 bilhões a conta. O governo, no entanto, argumenta o Idec, acrescentou na conta as cadernetas de poupança com valores baixos. Esses valores desestimularam as ações na Justiça, já que ficariam mais caras as custas do processo do que o valor reivindicado.
Edição: Graça Adjuto
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